Que porra é essa?!?

Explico. Cthutlhu é uma criatura fictícia. Um ateu (sempre eles) chamado H. P. Lovecraft criou-a no conto "The Call of Cthulhu". Versa sobre um ser do mal, com poderes sobrenaturais, capaz de viajar no tempo-espaço. E com apetite por humanos. Cthulhu parece um humanóide, mas é enorme, verde e escamoso. Uma cabeçona com muitos tentáculos na mandíbula e asas de morcego nas costas. O protagonista borra nas calças quando vê Cthulhu. Então, numa noite insone, matutei:

"Oras, por acaso não seria Cthulhu um humano do futuro distante? Após milhares de anos de evolução, a barba pode virar tentáculos. Aumento da inteligência = puta cabeça grande. Se aparecermos assim para um humano atual, é claro que este ficará petrificado. E quanto a comer humanos? Hoje comemos vacas (até que se prove o contrário, vacas são nossos parentes). Muitas criaturas comem parentes obsoletos ou distantes. Enfim, existe a possibilidade, embora quase nenhuma probabilidade."

Passei a pensar em outros absurdos naquela noite. Mas uma linha evolutiva a partir do macaco, passando por Darwin (um dos meus heróis) até Cthulhu, grudou em minha imaginação.



Este é um blog sobre essa e outras idéias que assolam minha mente. Sobre a "vida", a bolsa de valores, filmes, livros, etc. Principalmente “etc”. Também vou tirar sarro daquelas criaturas que ainda estão entre o macaco e Darwin. (E sim, a imagem acima foi desenhada toscamente por mim)

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

They Can´t All Be Zingers

Causas e efeitos. Nada é mais comum no raciocínio humano do que atribuir  as causas erradas para determinados efeitos. Por exemplo: emagrecimento. Desconheço se já foi feita qualquer pesquisa como esta que proporei.

Vamos supor 1000 pessoas divididas em 2 grupos. Um grupo será A e, e outro B ( B de Bem Criativo). Para o grupo A, dizemos o seguinte: daqui 10 dias farão um procedimento cosmético para perder peso, essas besteiras de ______ (preencha usando a fórmula da moda) . Para o grupo B, usa-se a surpresa. Farão o mesmo procedimento, mas agora, já!

O grupo A vai entrar na expectativa do emagrecimento, e vai começar um controle informal, comendo menos e mais saudavelmente. Até o dia que o “tratamento” se inicia, já terão perdido peso. Ao final do programa, os resultados convencerão muitos que o procedimento engana-trouxa realmente funciona. Perdeu-se peso, mas o procedimento tem pouca, ou nenhuma, responsabilidade.

Então... qual dos grupos ficará mais magro? E o que foi que causou esse emagrecimento? O grupo B tem muitas opiniões e pesos divergentes. Mas a maioria das pessoas do grupo A recomendará o tratamento com a prova indiscutível da balança. Por isso sempre há o “mais avançado sistema de emagrecimento”. Mas não sejamos duros: confundir causas e efeitos é normal. Principalmente para o povo que frequenta clínicas de estética. They can´t all be... what?

Se alguém souber de alguma pesquisa deste tipo, e com resultados diferentes, por favor me avise.