Que porra é essa?!?

Explico. Cthutlhu é uma criatura fictícia. Um ateu (sempre eles) chamado H. P. Lovecraft criou-a no conto "The Call of Cthulhu". Versa sobre um ser do mal, com poderes sobrenaturais, capaz de viajar no tempo-espaço. E com apetite por humanos. Cthulhu parece um humanóide, mas é enorme, verde e escamoso. Uma cabeçona com muitos tentáculos na mandíbula e asas de morcego nas costas. O protagonista borra nas calças quando vê Cthulhu. Então, numa noite insone, matutei:

"Oras, por acaso não seria Cthulhu um humano do futuro distante? Após milhares de anos de evolução, a barba pode virar tentáculos. Aumento da inteligência = puta cabeça grande. Se aparecermos assim para um humano atual, é claro que este ficará petrificado. E quanto a comer humanos? Hoje comemos vacas (até que se prove o contrário, vacas são nossos parentes). Muitas criaturas comem parentes obsoletos ou distantes. Enfim, existe a possibilidade, embora quase nenhuma probabilidade."

Passei a pensar em outros absurdos naquela noite. Mas uma linha evolutiva a partir do macaco, passando por Darwin (um dos meus heróis) até Cthulhu, grudou em minha imaginação.



Este é um blog sobre essa e outras idéias que assolam minha mente. Sobre a "vida", a bolsa de valores, filmes, livros, etc. Principalmente “etc”. Também vou tirar sarro daquelas criaturas que ainda estão entre o macaco e Darwin. (E sim, a imagem acima foi desenhada toscamente por mim)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Não Use a Intuição!

Aprendemos cedo a acreditar em intuições, mas não nos dizem porquê. Costuma ser uma fuga quando precisamos de uma resposta rápida. Ou quando não conseguimos usar a dedução nem somos suficientemente corajosos pra indução. Enfim, a intuição é a arma dos manés.

Já faz algum tempo que venho pregando a contra-intuição. É simples. Basta pegar a pergunta / resposta intuitiva e inverter os fatores. Percebe-se a tremenda balela das respostas, que as premissas estão erradas e que a intuição é a sorte travestida elegantemente em "conhecimento não verbal".

Outra pesquisa jogando pá de cal na intuição: Saudáveis morrem mais após enfarte.

P.S: A pesquisa citada revela um paradoxo sofisticado. Alguém perceptivo conhece essa estranha combinação: eliminar todos os riscos é a atitude mais arriscada.