Que porra é essa?!?

Explico. Cthutlhu é uma criatura fictícia. Um ateu (sempre eles) chamado H. P. Lovecraft criou-a no conto "The Call of Cthulhu". Versa sobre um ser do mal, com poderes sobrenaturais, capaz de viajar no tempo-espaço. E com apetite por humanos. Cthulhu parece um humanóide, mas é enorme, verde e escamoso. Uma cabeçona com muitos tentáculos na mandíbula e asas de morcego nas costas. O protagonista borra nas calças quando vê Cthulhu. Então, numa noite insone, matutei:

"Oras, por acaso não seria Cthulhu um humano do futuro distante? Após milhares de anos de evolução, a barba pode virar tentáculos. Aumento da inteligência = puta cabeça grande. Se aparecermos assim para um humano atual, é claro que este ficará petrificado. E quanto a comer humanos? Hoje comemos vacas (até que se prove o contrário, vacas são nossos parentes). Muitas criaturas comem parentes obsoletos ou distantes. Enfim, existe a possibilidade, embora quase nenhuma probabilidade."

Passei a pensar em outros absurdos naquela noite. Mas uma linha evolutiva a partir do macaco, passando por Darwin (um dos meus heróis) até Cthulhu, grudou em minha imaginação.



Este é um blog sobre essa e outras idéias que assolam minha mente. Sobre a "vida", a bolsa de valores, filmes, livros, etc. Principalmente “etc”. Também vou tirar sarro daquelas criaturas que ainda estão entre o macaco e Darwin. (E sim, a imagem acima foi desenhada toscamente por mim)

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Ecologistas, Criminosos e Parentes

SWU, reveillon sustentável, baladas com carbono zero. Eu achava que havia menos idiotas no mundo, mas quando se vê a popularidade deste tipo de coisa... We´re fucked, Walter! 

Há tempos advogo que o crime compensa. Passemos ao lado invisível da estória: condenados “pagam de verdade” por seus crimes? Existem inúmeros passatempos num presídio: a) planejar melhor os próximos crimes; b) turbinar os contatos com colegas de trabalho; c) adoecer e/ou morrer; d) continuar dando prejuízo ao estado e cometer as mesmíssimas cagadas quando estiver em liberdade. Até quando as pessoas vão acreditar que a Justiça faz justiça?


Mas vamos olhar o lado positivo da vida: janeiro dispara como o melhor mês do ano. Estamos há onze meses do próximo dezembro, e por conseqüência, há onze meses do inferno de clichês, hipocrisias, promessas cretinas, enfeites natalinos, panetones sabor essência de panetone e das pessoas estressadas que confundem o fim do ano com o fim do mundo.