E não seria uma tolice pegar um punhado de dinheiro e achar que aquilo é real? Há muito mais fantasia do que julga sua vã sabedoria, oh Horácio... incluindo papel-moeda, lastro em ouro, ou títulos da dívida americana. Não há porque se preocupar com os unicórnios que podem pastar seus dólares da bolsa de valores. Ou de qualquer outra pastagem física ou abstrata.
Que porra é essa?!?
Explico. Cthutlhu é uma criatura fictícia. Um ateu (sempre eles) chamado H. P. Lovecraft criou-a no conto "The Call of Cthulhu". Versa sobre um ser do mal, com poderes sobrenaturais, capaz de viajar no tempo-espaço. E com apetite por humanos. Cthulhu parece um humanóide, mas é enorme, verde e escamoso. Uma cabeçona com muitos tentáculos na mandíbula e asas de morcego nas costas. O protagonista borra nas calças quando vê Cthulhu. Então, numa noite insone, matutei:
"Oras, por acaso não seria Cthulhu um humano do futuro distante? Após milhares de anos de evolução, a barba pode virar tentáculos. Aumento da inteligência = puta cabeça grande. Se aparecermos assim para um humano atual, é claro que este ficará petrificado. E quanto a comer humanos? Hoje comemos vacas (até que se prove o contrário, vacas são nossos parentes). Muitas criaturas comem parentes obsoletos ou distantes. Enfim, existe a possibilidade, embora quase nenhuma probabilidade."
Passei a pensar em outros absurdos naquela noite. Mas uma linha evolutiva a partir do macaco, passando por Darwin (um dos meus heróis) até Cthulhu, grudou em minha imaginação.
Este é um blog sobre essa e outras idéias que assolam minha mente. Sobre a "vida", a bolsa de valores, filmes, livros, etc. Principalmente “etc”. Também vou tirar sarro daquelas criaturas que ainda estão entre o macaco e Darwin. (E sim, a imagem acima foi desenhada toscamente por mim)
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Where is the money, Lebowski?
E não seria uma tolice pegar um punhado de dinheiro e achar que aquilo é real? Há muito mais fantasia do que julga sua vã sabedoria, oh Horácio... incluindo papel-moeda, lastro em ouro, ou títulos da dívida americana. Não há porque se preocupar com os unicórnios que podem pastar seus dólares da bolsa de valores. Ou de qualquer outra pastagem física ou abstrata.