Que porra é essa?!?

Explico. Cthutlhu é uma criatura fictícia. Um ateu (sempre eles) chamado H. P. Lovecraft criou-a no conto "The Call of Cthulhu". Versa sobre um ser do mal, com poderes sobrenaturais, capaz de viajar no tempo-espaço. E com apetite por humanos. Cthulhu parece um humanóide, mas é enorme, verde e escamoso. Uma cabeçona com muitos tentáculos na mandíbula e asas de morcego nas costas. O protagonista borra nas calças quando vê Cthulhu. Então, numa noite insone, matutei:

"Oras, por acaso não seria Cthulhu um humano do futuro distante? Após milhares de anos de evolução, a barba pode virar tentáculos. Aumento da inteligência = puta cabeça grande. Se aparecermos assim para um humano atual, é claro que este ficará petrificado. E quanto a comer humanos? Hoje comemos vacas (até que se prove o contrário, vacas são nossos parentes). Muitas criaturas comem parentes obsoletos ou distantes. Enfim, existe a possibilidade, embora quase nenhuma probabilidade."

Passei a pensar em outros absurdos naquela noite. Mas uma linha evolutiva a partir do macaco, passando por Darwin (um dos meus heróis) até Cthulhu, grudou em minha imaginação.



Este é um blog sobre essa e outras idéias que assolam minha mente. Sobre a "vida", a bolsa de valores, filmes, livros, etc. Principalmente “etc”. Também vou tirar sarro daquelas criaturas que ainda estão entre o macaco e Darwin. (E sim, a imagem acima foi desenhada toscamente por mim)

sexta-feira, 30 de março de 2012

Líquidos corretivos e outras porras

Todo mundo erra múltiplas vezes num mesmo dia. Inclusive eu. Mas alguns erros meus podem ser consertados utilizando os erros dos outros. Alguns chamam isso de pecado, eu chamaria de inteligência. Se todo mundo não errasse tanto, meus erros/pecados ficariam evidentes...

Por isso, antes de usar líquidos corretivos (ou aquela fitinha branca), pense bem: você está sendo humilde ao admitir o erro? Ou você está sendo preguiçoso de não pesquisar os erros anteriores e se apoiar de “boa-fé” neles? Digo isso pois a humildade, na minha opinião, não é uma virtude dos verdadeiramente virtuosos.

(Seriam os santos e os funcionários exemplares ótimos farsantes? Claro! Ou você é humilde demais pra acreditar?)