Que porra é essa?!?

Explico. Cthutlhu é uma criatura fictícia. Um ateu (sempre eles) chamado H. P. Lovecraft criou-a no conto "The Call of Cthulhu". Versa sobre um ser do mal, com poderes sobrenaturais, capaz de viajar no tempo-espaço. E com apetite por humanos. Cthulhu parece um humanóide, mas é enorme, verde e escamoso. Uma cabeçona com muitos tentáculos na mandíbula e asas de morcego nas costas. O protagonista borra nas calças quando vê Cthulhu. Então, numa noite insone, matutei:

"Oras, por acaso não seria Cthulhu um humano do futuro distante? Após milhares de anos de evolução, a barba pode virar tentáculos. Aumento da inteligência = puta cabeça grande. Se aparecermos assim para um humano atual, é claro que este ficará petrificado. E quanto a comer humanos? Hoje comemos vacas (até que se prove o contrário, vacas são nossos parentes). Muitas criaturas comem parentes obsoletos ou distantes. Enfim, existe a possibilidade, embora quase nenhuma probabilidade."

Passei a pensar em outros absurdos naquela noite. Mas uma linha evolutiva a partir do macaco, passando por Darwin (um dos meus heróis) até Cthulhu, grudou em minha imaginação.



Este é um blog sobre essa e outras idéias que assolam minha mente. Sobre a "vida", a bolsa de valores, filmes, livros, etc. Principalmente “etc”. Também vou tirar sarro daquelas criaturas que ainda estão entre o macaco e Darwin. (E sim, a imagem acima foi desenhada toscamente por mim)

terça-feira, 18 de outubro de 2011

New Cheese On The Block

Atenção franceses! Sigam-me neste passo a passo.

Primeiro passo. O sujeito vai a geladeira, corta um naco de Camembert, e sai mastigando. Afinal, um alimento bastante normal, e gostoso. Ainda por cima rico em cálcio.


Segundo passo. Ao invés de derivados de leite bovino, aplica-se leite humano. Um baita clichê daqueles que criticam a indústria de latícinios... Manteiga da Mamãe não é novidade para alguém consciente que o “primeiro passo” tem um grau de comportamento não questionado. Mas vamos entrar no mundo de Felipe (reductio ad absurdum).


Terceiro passo. Cromossomos caninos são fáceis de manipular. Em 50 anos, cria-se uma nova raça de cachorro, apenas selecionando as características que desejamos, e eliminando os filhotes inadequados. Imagine que, em nossa experiência, vamos selecionar cadelas que tenham “excesso de leite”. Escolhemos a raça X e passamos meio século reproduzindo as cadelas com mais leite, e doando os exemplares com menos leite para pessoas carentes ou com problemas emocionais (geralmente as duas coisas juntas).


Quarto passo. Teremos o Milkshire Terrier... ou outro nome qualquer. E a industrialização do leite canino. Que tal experimentar um pouco do delicioso Dog Cheese? Laika, além de proteger minha casa, também dá leite pra caramba. Faço pizza com Fromage d´Au Au. Grande Laika! Meus filhos nunca ficam doentes porque só bebem leite de cachorra Lassie.


Absurdo? Mas utiliza-se leite de outros bichos em inúmeros alimentos sem que ninguém ladre a bizarrice. E ainda ficam preocupados com transgênicos. Oras... Sejam mais críticos / criativos na próxima pizza 4 queijos.

Bônus: receita de omelete de queijo