Que porra é essa?!?

Explico. Cthutlhu é uma criatura fictícia. Um ateu (sempre eles) chamado H. P. Lovecraft criou-a no conto "The Call of Cthulhu". Versa sobre um ser do mal, com poderes sobrenaturais, capaz de viajar no tempo-espaço. E com apetite por humanos. Cthulhu parece um humanóide, mas é enorme, verde e escamoso. Uma cabeçona com muitos tentáculos na mandíbula e asas de morcego nas costas. O protagonista borra nas calças quando vê Cthulhu. Então, numa noite insone, matutei:

"Oras, por acaso não seria Cthulhu um humano do futuro distante? Após milhares de anos de evolução, a barba pode virar tentáculos. Aumento da inteligência = puta cabeça grande. Se aparecermos assim para um humano atual, é claro que este ficará petrificado. E quanto a comer humanos? Hoje comemos vacas (até que se prove o contrário, vacas são nossos parentes). Muitas criaturas comem parentes obsoletos ou distantes. Enfim, existe a possibilidade, embora quase nenhuma probabilidade."

Passei a pensar em outros absurdos naquela noite. Mas uma linha evolutiva a partir do macaco, passando por Darwin (um dos meus heróis) até Cthulhu, grudou em minha imaginação.



Este é um blog sobre essa e outras idéias que assolam minha mente. Sobre a "vida", a bolsa de valores, filmes, livros, etc. Principalmente “etc”. Também vou tirar sarro daquelas criaturas que ainda estão entre o macaco e Darwin. (E sim, a imagem acima foi desenhada toscamente por mim)

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Game Over... Continue? Yes!

Seja o rei do mercado imobiliário, basta se cadastrar no CityRuler... Seja o melhor cozinheiro no CookingMaster. Seja o maior porrador de aliens, compre XYZ. Seja a professora mais gostosa, seja o maior assassino de policiais, tenha a maior horta de alface da história, seja o único a sobreviver num planeta distante, seja... 


Quanto tempo as pessoas perdem em games idiotas, em novelas babacas, em tubos de ensaio de realidades hipotéticas. "Ah, mas é difícil começar do zero!" Claro, se fosse fácil não existiriam games, simuladores, novelas... onde sempre se começa do zero. (Exceto se for apertado o "continue").



Aí me pergunto: até que ponto os jogos eletrônicos e a "realidade virtual" desenvolvem pessoas sem capacidade de reconhecer erros? As pessoas podem tomar decisões reais pensando que estão num ambiente onde os erros são/serão anulados? Que porra você fica fazendo sentado jogando essa imbecilidade de matar ET´s e ganhar poderes?



Toda cicatriz tem história. E eu não sei como o povo ainda não entrou na onda das Cicatrizes Estéticas. "Essa aqui eu ganhei no Counter Strike!"