Que porra é essa?!?
Explico. Cthutlhu é uma criatura fictícia. Um ateu (sempre eles) chamado H. P. Lovecraft criou-a no conto "The Call of Cthulhu". Versa sobre um ser do mal, com poderes sobrenaturais, capaz de viajar no tempo-espaço. E com apetite por humanos. Cthulhu parece um humanóide, mas é enorme, verde e escamoso. Uma cabeçona com muitos tentáculos na mandíbula e asas de morcego nas costas. O protagonista borra nas calças quando vê Cthulhu. Então, numa noite insone, matutei:
"Oras, por acaso não seria Cthulhu um humano do futuro distante? Após milhares de anos de evolução, a barba pode virar tentáculos. Aumento da inteligência = puta cabeça grande. Se aparecermos assim para um humano atual, é claro que este ficará petrificado. E quanto a comer humanos? Hoje comemos vacas (até que se prove o contrário, vacas são nossos parentes). Muitas criaturas comem parentes obsoletos ou distantes. Enfim, existe a possibilidade, embora quase nenhuma probabilidade."
Passei a pensar em outros absurdos naquela noite. Mas uma linha evolutiva a partir do macaco, passando por Darwin (um dos meus heróis) até Cthulhu, grudou em minha imaginação.
Este é um blog sobre essa e outras idéias que assolam minha mente. Sobre a "vida", a bolsa de valores, filmes, livros, etc. Principalmente “etc”. Também vou tirar sarro daquelas criaturas que ainda estão entre o macaco e Darwin. (E sim, a imagem acima foi desenhada toscamente por mim)
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Explicando (não muito) o Explicadinho
Se fossemos capazes de parar o tempo, seríamos capazes de prever todo o discurso do explicadinho. Mas vou eliminar outras longas explicações sobre o explicadinho: se ele fosse criativo, diria algo novo. Se ele fosse inteligente, não entaria no mérito. E se ele fosse louco, ninguém perguntaria. Logo, o explicadinho é não-criativo, não-inteligente e não-louco. Então por que puxar papo com essa porra de pessoa?
Assim que encontrar um explicadinho, vire as costas. Alguem vai olhar a sua desfeita, o explicadinho interpretará o olhar do incauto como um olhar de curiosidade. E ele continuará a explicação para a pobre vítima do seu desdém.
(E se alguém der as costas para o explicadinho, não olhe. Jamais. Lembre-se da Medusa!)