Que porra é essa?!?

Explico. Cthutlhu é uma criatura fictícia. Um ateu (sempre eles) chamado H. P. Lovecraft criou-a no conto "The Call of Cthulhu". Versa sobre um ser do mal, com poderes sobrenaturais, capaz de viajar no tempo-espaço. E com apetite por humanos. Cthulhu parece um humanóide, mas é enorme, verde e escamoso. Uma cabeçona com muitos tentáculos na mandíbula e asas de morcego nas costas. O protagonista borra nas calças quando vê Cthulhu. Então, numa noite insone, matutei:

"Oras, por acaso não seria Cthulhu um humano do futuro distante? Após milhares de anos de evolução, a barba pode virar tentáculos. Aumento da inteligência = puta cabeça grande. Se aparecermos assim para um humano atual, é claro que este ficará petrificado. E quanto a comer humanos? Hoje comemos vacas (até que se prove o contrário, vacas são nossos parentes). Muitas criaturas comem parentes obsoletos ou distantes. Enfim, existe a possibilidade, embora quase nenhuma probabilidade."

Passei a pensar em outros absurdos naquela noite. Mas uma linha evolutiva a partir do macaco, passando por Darwin (um dos meus heróis) até Cthulhu, grudou em minha imaginação.



Este é um blog sobre essa e outras idéias que assolam minha mente. Sobre a "vida", a bolsa de valores, filmes, livros, etc. Principalmente “etc”. Também vou tirar sarro daquelas criaturas que ainda estão entre o macaco e Darwin. (E sim, a imagem acima foi desenhada toscamente por mim)

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Em suma...

O bom de ser paranóico é a certeza de ser tão importante para o mundo que o próprio mundo o persegue. Mas e o paranóico deprimido? Aí tudo se transforma num inferno mesmo. Para estas pessoas foi escrito o livro Pollyana. Ou o Mein Kampf.

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Pirataria gera mais empregos que a indústria "oficial". Mas paga menos impostos, o que não é ruim a priori. E nem a posteriori.

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Há maneira fácil para descobrir quanto dinheiro uma pessoa NÃO possui. Observe o quanto ela investe em ítens que simbolizam "eu NÃO sou pobre".

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Em todos os seres vivos, a doença do outro sempre foi boa notícia. Exceto nos humanos, onde a doença do outro engatilha conselhos, chás, terapias cretinas e deduções maravilhosas. (Pensando bem, há razão nestas irracionalidades: se não podemos eliminar os competidores, ao menos podemos confundir.)