Que porra é essa?!?

Explico. Cthutlhu é uma criatura fictícia. Um ateu (sempre eles) chamado H. P. Lovecraft criou-a no conto "The Call of Cthulhu". Versa sobre um ser do mal, com poderes sobrenaturais, capaz de viajar no tempo-espaço. E com apetite por humanos. Cthulhu parece um humanóide, mas é enorme, verde e escamoso. Uma cabeçona com muitos tentáculos na mandíbula e asas de morcego nas costas. O protagonista borra nas calças quando vê Cthulhu. Então, numa noite insone, matutei:

"Oras, por acaso não seria Cthulhu um humano do futuro distante? Após milhares de anos de evolução, a barba pode virar tentáculos. Aumento da inteligência = puta cabeça grande. Se aparecermos assim para um humano atual, é claro que este ficará petrificado. E quanto a comer humanos? Hoje comemos vacas (até que se prove o contrário, vacas são nossos parentes). Muitas criaturas comem parentes obsoletos ou distantes. Enfim, existe a possibilidade, embora quase nenhuma probabilidade."

Passei a pensar em outros absurdos naquela noite. Mas uma linha evolutiva a partir do macaco, passando por Darwin (um dos meus heróis) até Cthulhu, grudou em minha imaginação.



Este é um blog sobre essa e outras idéias que assolam minha mente. Sobre a "vida", a bolsa de valores, filmes, livros, etc. Principalmente “etc”. Também vou tirar sarro daquelas criaturas que ainda estão entre o macaco e Darwin. (E sim, a imagem acima foi desenhada toscamente por mim)

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Simbologia da Crise

Alguns diziam que a crise do subprime seria em U. Queda, longa depressão e depois subiria indômita.

Outros diziam que era um L. Cairia, e nunca-nunca-nunca mais subiria. 

A letra V também foi citada. Desce e sobe. E Foi a letra prevalencente entre os conhecedores.

Tivemos citados o W (duplo desce-sobe) e o I (cai, o mundo explode, extinguindo o mercado de capitais, as tartarugas, os tenistas e tudo que existe ou existiu). 

Gostaria de contribuir com mais um símbolo crisístico. A raiz. É a verdadeira representação gráfica do pós-subprime. Caiu, subiu, e uma longa e tediosa reta formou-se. Enquanto a linha persiste, podemos jogar tênis, deixar o cabelo crescer e talvez pintar a casa. Fica a seu critério. Só não me arrisco a dizer qual(is) número(s) residem embaixo desta reta.

Outro passatempo seria prever a próxima Grande Crise e determinar sua letra-signo. Mas esse é um hobby chato, onde todo mundo erra mas ninguém parece se importar. Como tentar jogar tênis, não acertar uma única bolinha e depois da partida, discutir longamente, com os amigos, as sutilezas do último jogo do Roger Federer.