Que porra é essa?!?
Explico. Cthutlhu é uma criatura fictícia. Um ateu (sempre eles) chamado H. P. Lovecraft criou-a no conto "The Call of Cthulhu". Versa sobre um ser do mal, com poderes sobrenaturais, capaz de viajar no tempo-espaço. E com apetite por humanos. Cthulhu parece um humanóide, mas é enorme, verde e escamoso. Uma cabeçona com muitos tentáculos na mandíbula e asas de morcego nas costas. O protagonista borra nas calças quando vê Cthulhu. Então, numa noite insone, matutei:
"Oras, por acaso não seria Cthulhu um humano do futuro distante? Após milhares de anos de evolução, a barba pode virar tentáculos. Aumento da inteligência = puta cabeça grande. Se aparecermos assim para um humano atual, é claro que este ficará petrificado. E quanto a comer humanos? Hoje comemos vacas (até que se prove o contrário, vacas são nossos parentes). Muitas criaturas comem parentes obsoletos ou distantes. Enfim, existe a possibilidade, embora quase nenhuma probabilidade."
Passei a pensar em outros absurdos naquela noite. Mas uma linha evolutiva a partir do macaco, passando por Darwin (um dos meus heróis) até Cthulhu, grudou em minha imaginação.
Este é um blog sobre essa e outras idéias que assolam minha mente. Sobre a "vida", a bolsa de valores, filmes, livros, etc. Principalmente “etc”. Também vou tirar sarro daquelas criaturas que ainda estão entre o macaco e Darwin. (E sim, a imagem acima foi desenhada toscamente por mim)
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Sinteticamente
1 dividido por primo rende uma sequência que se repete infindável... Logo 1/13 + soma do resultado = 0,999999999 e assim por diante, ou melhor, assim por diante nos divisores...
Pois bem. O princípio básico da vida é replicar-se. Estou vivo. Quero deixar outra coisa semelhante a mim por aqui (leia-se planeta Terra).
Se sou 2, divido por 2, torno 1. Mas isso é a parte tonta, porque eu precisaria de outro 2, ou 1, pra poder me replicar se sou 1, ou 2...
Se sou 1, e apenas 1, como me reproduzir? HA! Se eu me dividir por outros inteiros, volto a ser eu mesmo. Não houve reprodução, e sim replicação. Minha carga genética não me pertence, e minha identidade pertence aos genes, ou números, que me geraram... Mas e se eu me dividir por um primo? Quiça 17?
Faria uma sequencia de 0,05882352941764705882352941176471.... vejam a redundância e o início da carga genética.
Este é o início do DNA? Este é o início da vida? Eu não sei, mas gostaria de saber. Números primos?
Talvez isso seja uma das maiores idiotices que já pensei... mas talvez isso esclareça o DNA... Tenho algum estudo sobre isto, e não me empenharei em provar este palpite. A idéia está lançada a la Fermat. Cuius rei demonstrationem mirabilem sane detexi hanc marginis exiguitas non caperet