Que porra é essa?!?

Explico. Cthutlhu é uma criatura fictícia. Um ateu (sempre eles) chamado H. P. Lovecraft criou-a no conto "The Call of Cthulhu". Versa sobre um ser do mal, com poderes sobrenaturais, capaz de viajar no tempo-espaço. E com apetite por humanos. Cthulhu parece um humanóide, mas é enorme, verde e escamoso. Uma cabeçona com muitos tentáculos na mandíbula e asas de morcego nas costas. O protagonista borra nas calças quando vê Cthulhu. Então, numa noite insone, matutei:

"Oras, por acaso não seria Cthulhu um humano do futuro distante? Após milhares de anos de evolução, a barba pode virar tentáculos. Aumento da inteligência = puta cabeça grande. Se aparecermos assim para um humano atual, é claro que este ficará petrificado. E quanto a comer humanos? Hoje comemos vacas (até que se prove o contrário, vacas são nossos parentes). Muitas criaturas comem parentes obsoletos ou distantes. Enfim, existe a possibilidade, embora quase nenhuma probabilidade."

Passei a pensar em outros absurdos naquela noite. Mas uma linha evolutiva a partir do macaco, passando por Darwin (um dos meus heróis) até Cthulhu, grudou em minha imaginação.



Este é um blog sobre essa e outras idéias que assolam minha mente. Sobre a "vida", a bolsa de valores, filmes, livros, etc. Principalmente “etc”. Também vou tirar sarro daquelas criaturas que ainda estão entre o macaco e Darwin. (E sim, a imagem acima foi desenhada toscamente por mim)

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Massa crítica / Bomba de Gatos Talebãs


Suponha que o Talebã sofra cortes drásticos em suas reservas de munição. Então, eles tentam improvisar com... gatos. Miau! Estes animais se estressam com facilidade, principalmente com outro gato na área. E gatos estressados são armas letais.

Através de uma simples amostra de felinos (reproduzem feito pragas), os talebãs selecionam gatos que mais se estressam com outros gatos. Cada talebã cria um miante em sua própria casa. Após alguns meses, os talebãs terão gatos suficientes para uma bomba: milhares de gatos que não podem chegar muito perto uns dos outros.

Correto: “gatos que não podem chegar muito perto uns dos outros”. Quando aproximados, tornam-se ariscos e destroem tudo. Quanto mais gatos, pior. Não esqueci a receita da massa crítica. Pega-se 10 gatos talebãs e solte numa sala. Adeus mobília. Quiçá humanos serão feridos nesta estória. Para a sala, 1 gato não atinge a massa crítica, mas 10 gatos loucos representam destruição real. Conforme aumenta-se o número de gatos, os efeitos destrutivos aumentam X vezes mais.Essa é a massa crítica. 

Imagine agora soltar 4.851 gatos talebãs na embaixada americana em Teerã. Óbvio que não calculei o número exato de gatos / embaixada para afirmar que 4.851 é massa crítica... deve ser. E pode orçar a nova embaixada. Caso não atinja massa crítica, ainda seria um enorme incoveniente. O Serviço Secreto jamais seria perdoado por atirar num inofensivo bichano “tão fofinho”.

Portanto, caso o piegas e panaca Jornal Hoje revele a “verdadeira alma carinhosa dos Talebãs, que agora cultivam gatinhos com tanto amor”... desconfie.... Eles vão atacar!